1 de outubro de 2017 Blog, De bicicleta por Portugal

Ecopista do Tâmega

Uma ecopista situada no Norte do país que faz a ligação entre Amarante a Arco do Baúlhe. Este antigo ramal de comboio está agora transformado numa pista ciclável com um piso de alcatrão muito bem conservado, à excepção de 5 km em terra batida, os 35 km restantes são perfeitos. O percurso pode ser realizado por uma bicicleta urbana, neste caso até foi feito com uma dobrável.

A singularidade desta ecopista reside no conjunto emblemático de antigas estações que, maior parte, está muito bem recuperado e conservado. Estes edifícios têm todos painéis de azulejos alusivos a motivos agrícolas locais. Em Arco do Baúlhe a estação foi transformada em museu e é um lugar ímpar para entender como funcionava uma estação nos idos anos 60.

Não esquecendo a gastronomia local: em Arco do Baúlhe, o restaurante Caneiro tem, entre outras iguarias, um arroz do forno com um sabor que nunca mais se esquece e de ficar a chorar por mais.

Mapa do percurso
Amarante – edifício da estação no centro da vila ao abandono
A copista começa no centro da vila mas não está devidamente assinalada
O piso é óptimo, sem o luxo colorido da ecopista do Côa mas, por isso mesmo, muito bom e bem conservado
O caminho atravessa vilas e campos agrícolas
Uma das estações ao abandono
No vale o rio Tâmega
Uma das estações ao abandono
Caminho variado com subidas e descidas não muito acentuadas
Estação de Celorico de Basto – exemplar
A Atravessar Celorico
Estação de Mondim
Azulejos a serem roubados
Arco do Baúlhe: o fim da ecopista (ou o ínicio, depende de onde se começa)
Uma estação transformada em Museu
Uma estação que é um museu belíssimo
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